Distimia pode levar a quadro grave de depressão

  • Distimia um tipo mais leve de depressão
  • Sintomas
  • Diagnóstico e tratamento

A depressão atualmente já é considerada o mal do século. Ou como dizem é a chamada doença do século. O número de pessoas que sofrem com a doença está em crescente e já preocupa autoridades médicas.

Praticamente todos nós conhecemos alguém que tenha sofrido com depressão ou esteja passando por tratamento para melhora. Mas a distimia, uma forma, por assim dizer mais leve do que a depressão crônica não é muito comentada ou conhecida.

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Na verdade a nossa sociedade ainda apresenta grande preconceito em relação a falar sobre depressão ou até mesmo sobre outros distúrbios psíquicos. Desta forma, tanto a depressão crônica ou não crônica quanto a distimia acabam sendo assuntos tabus em nossa sociedade. O que acaba elevando o número de suicídios uma vez que a depressão mata.

Mas hoje não falaremos da depressão como você conhece. Hoje falaremos desta versão mais atenuada do problema.

A distimia e a sua rotina

Identificar alguém com depressão pode ser uma tarefa fácil. Principalmente quando estamos a nos referir da depressão crônica. Todavia a distimia dificulta o diagnóstico de um quadro depressivo impedido até mesmo que o indivíduo busque tratamento.

Ao contrário da depressão que em sua pior forma se manifesta como a impossibilidade do indivíduo de viver, conviver e sobreviver de maneira saudável. Pessoas com depressão crônica apresentam problemas para realizar atividades banais do dia dia e muitas vezes alguns casos de depressão podem inclusive impedir que a pessoa trabalhe. A distimia por sua vez não. Você pode passar anos sofrendo com o problema sem nem mesmo se dar conta de que ele existe.

Isso acontece porque essa “variável” da depressão apresenta quadros muito mais leves do que uma depressão “comum”. A forma mais conhecida da depressão muitas vezes se manifesta por meio de episódios ou quadros em que o indivíduo está totalmente deprimido e não tem o intuito ou vontade de começar a fazer absolutamente nada. Todavia a distimia apresenta sintomas mais leves que perduram por anos a fio. É um cansaço recorrente, é um pessimismo característico.

São sintomas tão discretos que muitas vezes este comportamento nitidamente depressivo é tipo como parte da personalidade do outro.

O grande problema da distimia uma vez que seus sintomas são mais leves e contornáveis de serem administrados é o fato de que estes pequenos episódios evitam que a pessoa busque tratamento médico.

A falta de um tratamento médico adequado mesmo para episódios de depressão leves ou moderados podem levar a um quadro de depressão crônica.

O tratamento adequado pode minimizar os sintomas

distimia

Os tratamentos mais indicados para esse tipo de depressão “mais leve” por assim dizer, costuma ser a psicoterapia e o tratamento medicamentoso. Entretanto, todo tratamento deve ser iniciado e descontinuado com prévia orientação médica. No caso da distimia é importante além do psiquiatra consultar também um médico clínico para que ele possa diagnosticar se não há nenhuma condição física que esteja favorecendo este quadro.

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