Autofobia: o medo do abandono é cada vez mais comum

  • Autofobia; conheça o transtorno cada vez mais comum
  • Quais as suas causas
  • Como tratar

Você tem medo de ser deixada? Tem medo de perder a pessoa amada? Normalmente e isso até faz parte da natureza humana, temos medo de perder. Isso é totalmente comum, afinal você constrói uma história e passa a conhecer aquela pessoa.

Perder este relacionamento é ter de começar novamente uma nova conquista, um novo descobrir. É novamente passar a conhecer uma pessoa, suas hábitos, qualidades, defeitos.

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Neste caso é totalmente humano e normal termos medo de perder quem amamos. Mas sabia que o excessivo medo de perder pode caracterizar um transtorno.

Sim, a autofobia é justamente o medo de ficar só, de ser abandonado.

Autofobia na prática

autofobia

A autofobia na prática além do medo do abandono pode ser entendia ou definida como uma extrema dependência emocional.

Habitualmente quem tem medo de perder ou ser abandonado apresenta uma extrema dependência do outro.

A síndrome é normalmente mais presente em crianças. Quem apresenta a autofobia também pode apresentar indícios da síndrome de borderline.

Embora a autofobia possa parecer danosa apenas para quem a possui ela também pode trazer problemas para quem está ao entorno do indivíduo acometido com o problema.

Habitualmente quem sofre com a autofobia acaba sabotando as suas relações com medo de simplesmente ser deixado. Neste caso a pessoa com autofobia tende a terminar as suas relações antes que elas terminem.

Quais as causas?

A autofobia pode ser resultado de traumas ou experiências na infância. Quem tem autofobia pode ter tido experiências de abandono quando criança. Por exemplo, é possível que o pai ou a mãe, ou alguém querido ou responsável tenha partido.

Quando criança as formas de abandono são as mais diversas podendo ser desde o abandono emocional, quanto físico e o financeiro.

Quando criança é mais fácil desenvolver a autofobia e carregá-la para a vida adulta. Quem sobre com este problema pensa que todos os seus relacionamentos serão como o relacionamento que causou o trauma.

Ainda é possível que o transtorno surja na vida já adulta e o indivíduo tenha problemas para se relacionar.

Quando adulto o transtorno se caracteriza pela dependência seja ela física ou emocional de outra pessoa e consequentemente o medo de perder ou estar sozinho.
Segundo alguns estudos, pessoas ansiosas são mais propensas a desenvolver um quadro de autofobia.

Como alguém com autofobia se sente

Os sintomas podem variar e muito de acordo com a intensidade que o indivíduo é acometido com o problema. Alguns possuem indícios do medo do abandono mais intensos outros menos.
Os sintomas mais comuns são ciúmes, apreensão, ansiedade, medo, irritabilidade, raiva, agitação, dentre outros.

A pessoa fóbica acaba persistentemente suspeitando do parceiro com quem se relaciona e isso a longo prazo pode acabar prejudicando seriamente a relação dos dois.

Um exemplo de relacionamento com alguém autofobíco: a mãe por exemplo tem medo do abandono do filho e acaba desenvolvendo um comportamento contrário aos relacionamentos afetivos.

Tratamento

O tratamento para alguém com o medo do abandono deve ser feito a partir do desenvolvimento do amor próprio. É preciso que o indivíduo passe a ver e se sentir como suficiente. É preciso que você confie em suas habilidades e saiba que é interessante. Na questão do tratamento, a família e o conjugue podem exercer um papel fundamental. Isso porque não é aconselhável alimentar o comportamento autofobíco do parceiro, principalmente quando este comportamento é danoso para ele.

Vale destacar aqui que uma pessoa autofobíca pode acabar agressiva e é preciso que você se resguarde se sentir que está em perigo.

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