Se Você Não Usa Planos De Saúde, Veja Como Fazer Exames Sem Gastar Muito

Em época de crise, planos de saúde costumam ficar cada vez mais caros!

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A gente sabe que planos de saúde são produtos caros, cuja mensalidade muitas vezes acaba superando as estimativas financeiras do nosso planejamento.

E, de acordo com órgãos de representação dos hospitais privados, esses gastos tendem a aumentar consideravelmente ainda nos próximos anos. De acordo com estimativas feitas por essa classe, hoje se paga quase 50% a mais com gastos de saúde do que pagávamos há cinco anos.

Isso, infelizmente, acaba por fazer com que mais e mais pessoas se afastem dos serviços básicos e essenciais, como consultas regulares com médicos específicos.

E a gente bem sabe que nem sempre é fácil conseguir consultas médicas com especialistas no SUS, o que acaba por criar complicações para aquelas pessoas que buscam manter a saúde em dia ou mesmo aquelas consultas emergenciais, que sempre decorrem de uma necessidade mais imediata e que nem sempre um pronto-socorro pode resolver.

Veja como manter a saúde em dia e sem plano de saúde

Hoje é comum que nas cidades encontremos clínicas de saúde populares, que atendem seus pacientes sem que seja necessário ter algum tipo de convênio com elas, pagando, exclusivamente, pela consulta ou procedimento desejado.

Elas, geralmente, criam uma central de médicos, encaminhando os pacientes para seus especialistas conveniados por valores interessantes, sendo, portanto, uma forma de conseguir diminuir os custos tanto do médico – que sempre recebe uma quantidade maior de pacientes do que se mantivesse apenas seu consultório particular – e ainda também diminuí-los para o paciente que o busca através da clínica.

Algumas também dispõem de laboratórios conveniados, fazendo com que nenhum exame acabe por entrar na fila de espera do SUS, o que, sabemos, pode durar algum tempo.

No entanto, saiba: é sempre muito interessante verificar várias clínicas, pois quase sempre o profissional que atende em uma também pode atender em outra. E, assim, pode haver também diferenças consideráveis nos valores por elas cobrado, o que pode criar um grande impacto positivo no orçamento.

E pesquisar, sempre, os custos de exames laboratoriais em várias clínicas antes de fazer com a indicada também é uma boa dica. Assim, a certeza de gastar menos se mantém e o aproveitamento aumenta.

Visite o pronto-socorro somente quando for realmente uma situação de emergência

A gente sabe que em um momento crítico tudo acaba por parecer uma emergência médica, mas manter a calma e averiguar a necessidade de uma ida ao pronto-socorro pode evitar uma grande dor de cabeça financeira.

Assim, não sendo uma urgência ou mesmo uma grande emergência, vale a pena antes passar em uma clínica popular para consultar um médico especialista ou mesmo um clínico geral.

Dessa forma, conseguimos antes fazer exames laboratoriais e clínicos antes mesmo de ir ao pronto-socorro, se for mesmo essa uma grande necessidade. Por fim, estima-se que grande parte dos atendimentos em pronto-socorros não são realmente grandes urgências, e que poderiam, portanto, ser resolvidos ainda no consultório médico.

Vale sempre pesquisar antes de fechar um contrato de planos de saúde

Antes de assinar um contrato com um plano de saúde, verifique antes qual será a sua necessidade. Assim, vale a pena responder algumas perguntas e refletir sobre as respostas e qual será o seu perfil de uso.

1 – Você tem alguma doença crônica?

Na hora de assinar o seu contrato você terá de responder um questionário que vai investigar a possibilidade de existência de doença prévia. Isso pode encarecer consideravelmente seu plano de saúde.

2 – Para pagar uma mensalidade menor você arriscaria um contrato de grupo?

Eles funcionam assim: um determinado valor é ofertado de acordo com o perfil de um grupo de usuários e é recalculado para reajuste conforme o perfil de uso desse grupo. Se, no entanto, uma ou mais pessoas ficarem gravemente doentes e, com isso, consumirem mais recursos financeiros do plano, a mensalidade é reajustada a fim de distribuir esses custos.

Assim, vale a pena considerar: um plano individual pode ser mais caro, mas é menos arriscado considerando o reajuste fixado previamente pela Agência Nacional de Saúde.

3 – Qual é o seu perfil de uso?

Você pensa em ter um plano de saúde para estar assegurado no momento de uma emergência ou urgência médica ou por conta de uma necessidade específica de acompanhamento de saúde?

A depender dessa reflexão, você consegue ponderar entre um contrato de valores fixos ou um com valores de coparticipação. O primeiro é mais interessante para quem sabe que vai usar muito os recursos médicos, como exames regulares, consultas e demais benefícios. O outro, para quem sabe que vai fazer consultas e exames periódicos e consultar outros especialistas somente em caso de necessidade.

4 – Plano de saúde ortodôntico também é uma boa?

Hoje alguns planos de saúde já dispõem também de planos ortodônticos associados e com vários perfis de atendimento.

Verifique também a disponibilidade e se essa não é uma forma de baratear custos da visita periódica ao seu dentista.

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